
O Procon Municipal de Valença completou um ano de funcionamento nesta quarta-feira (16.set) e celebrou a data com solenidade realizada na sede do órgão. O evento reuniu servidores, autoridades e representantes da sociedade, entre eles o prefeito Marcelo Costa, o juiz Jesse James Oliveira Sousa, a defensora pública Jordanna Monteiro, secretários municipais e representantes do comércio local.
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Valença, Indelson Melão, que participou da implantação do Procon no município, destacou durante a cerimônia a importância do órgão para aproximar consumidores e empresários.
“Eu participei da fundação há um ano atrás aqui, com uma felicidade muito grande. Tivemos um evento no auditório da Secretaria de Educação, convidando vários empresários de Valença, onde eu tive a fala e a felicidade de dizer que o Procon vinha para unir o povo de Valença, os empresários e o povo”, afirmou.
Segundo Indelson, os números apresentados durante a solenidade mostram que o comércio local tem registrado pouca participação entre as reclamações recebidas pelo órgão.
A solenidade também foi marcada pela apresentação de um balanço das atividades desenvolvidas pelo Procon ao longo do primeiro ano de funcionamento. De acordo com a coordenadora do órgão, Camila Cortez, foram contabilizados 275 atendimentos, envolvendo consumidores de Valença e de cidades da região, como Pimenteiras, Lagoa do Sítio, Aroazes e Novo Oriente.
O prefeito Marcelo Costa também participou da comemoração e afirmou que o Procon tem como função defender o consumidor e, ao mesmo tempo, orientar e proteger o comerciante local. Segundo ele, a maior parte das reclamações registradas no município envolve empresas de cartão de crédito, bancos e companhias de energia e água, enquanto o comércio local tem baixa incidência de queixas.
O juiz Jesse James Oliveira Sousa, presente ao evento, ressaltou a relevância do órgão na orientação de consumidores e comerciantes e sua contribuição para reduzir a judicialização de conflitos, ao possibilitar acordos e composições antes que os casos cheguem ao Judiciário.